segunda-feira, 17 de julho de 2017

piranha

As piranhas são um grupo de peixes carnívoros de água doce. Habitam alguns rios da América do Sul e pertencem a cinco gêneros da subfamília Serrasalminae (que também inclui peixes como pacus). Na região central do Brasil, assim como no Pantanal e na Amazônia, a piranha é um alimento entre as populações locais, sendo utilizada no preparo do prato sul-mato-grossense conhecido como caldo de piranha.
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Trata-se de um peixe muito voraz, predador e com mandíbulas fortíssimas. A maioria das piranhas são rápidas, mas geralmente atacam quando estão estimuladas para isso. Dentro das inúmeras espécies de piranhas, algumas são canibais e outras não, mas todas possuem comportamentos agressivos. As piranhas são parentes próximos dos Pacus e são facilmente confundidos quando pequenos. Para quem deseja manter esses peixes em um aquário deve pensar em manter plantas muito fortes ou apenas montar o aquário com pedras pequenas. Não se deve misturar espécies no aquário, pois as piranhas geralmente atacam seu companheiro. A alimentação inicial deverá ser de carne moída, mas depois começam a se alimentar com rações tradicionais, que é o mais recomendado, pois a carne pode poluir o aquário em pouco tempo e a piranha é um peixe suscetível a doenças quando a água não esta de acordo com suas necessidades; pH levemente ácido e livre de compostos nitrogenados com uma composição diferenciada.

A maioria dos ataques de piranhas os seres humanos têm sido registradas na área do Amazonas, especialmente os espécimes do gênero Pygocentrus (piranhas de barriga vermelha). As razões pelas quais ocorrem um ataque são: presença de sangue na água (pois elas possuem um olfato afiado), o esguicho de uma possível represa ou, em alguns casos, a época de reprodução, que obriga a piranha a proteger sua prole.

peixe leão

Peixe-leão, peixe-peru, peixe-dragão, peixe-escorpião e peixe-pedra são alguns nomes vulgares para uma grande variedade de peixes marinhos venenosos dos gêneros PteroisParapteroisBrachypteroisEbosia ou Dendrochirus, pertencentes à família Scorpaenidae.Um dos seus representantes mais conhecidos é o peixe-leão-vermelho.
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Os peixes-leões são predadores vorazes. Quando estão a caçar encurralam as presas com seus espinhos e,num movimento rápido, engolem-nas. Eles são conhecidos pelos seus enormes espinhos dorsais e pela coloração listrada, de cores vermelhamarromlaranjaamarelapreta ou branca.
Os peixes-leões são nativos da região Indo-Pacífica, vivendo sempre próximos à recifes de coral,mas algumas espécies podem ser encontradas em outras regiões do mundo. Devido a uma recente introdução, podem ser encontrados no oeste do Oceano Atlântico e Mar do Caribe.
Os peixes-leões vivem até 15 anos e podem pesar até 200g. Durante o dia preferem se abrigar em cavernas ou fendas, sendo animais de hábitos noturnos. Alimentam-se de pequenos peixes e normalmente só os comem vivos, mas em cativeiro podem ser habituados a comer camarão congelado. São ovíparos e a desova acontece à noite.

Veneno

veneno dos peixes-leões é inoculado através de espinhos localizados nas regiões dorsal, pélvica e anal.Geralmente possuem de 12 a 13 espinhos dorsais, 2 pélvicos e 3 anais. Cada espinho possui duas glândulas que produzem e armazenam veneno. Os peixes-leão também possuem espinhos peitorais, porém estes não possuem glândulas de veneno.
A potência do veneno varia de acordo com a espécie e tamanho do peixe-leão. Os principais efeitos são: dor intensa localizada, seguida de edema local, podendo também a vítima sentir náuseastontura, fraqueza muscularrespiração ofegante e dor de cabeça.
O veneno dos peixes-leões é constituído de proteínas termossensíveis, que são vulneráveis ao calor e se desnaturam facilmente. Os primeiros socorros constituem-se na imersão do local afetado em água quente (43-45 °C) por 30 a 40 minutos ou até a dor diminuir.

pacu

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Pacu é o nome geral dado a várias espécies de peixes caracídeos da subfamília Serrasalminae, que também inclui as piranhas.São típicos do pantanal Matogrossense, dos rios amazônicos e bacia do Prata, e originários dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai.Alimenta-se de frutos, caranguejos e de detritos orgânicos encontrados na água. Atinge 25 kg de peso, comum até 8 kg. São praticadas duas formas diferentes de pesca: na vara de bambu, fisgada com frutos (tucum, laranjinha ou jenipapo) ou pesca apoitada com isca de caranguejo.

dragão d'água chinês

Imagem relacionadaDragão-d'água-chinês (Dragão-d'água-chinês) é uma espécie de reptil Squamata da família dos agamideos que ocorre no sudeste da Ásia e no Sul da China. Ela se encontra florestas tropicaisprocimas a corpos d'água.O Dragão d'água pertence a família Agamidae(que inclui os lagarto de chifres e os lagartos agamas) pertencente ao género physignathus.

peixe morcego

Resultado de imagem para peixe morcegoPeixe-morcego (Ogcocephalus vespertilio) é um peixe comum na costa brasileira, que possui um corpo achatado das costas para a barriga, formando um triângulo.
Sua coloração é arenosa ou pardacenta com manchas escuras por toda parte superior de seu corpo e mede normalmente entre 10 a 15 cm, podendo chegar a 35 cm. Se alimentam de pequenos crustáceos e peixes, que atrai com o penacho que tem em seu focinho. São geralmente encontrados em águas quentes e rasas, em locais profundos e em todo Atlântico americano.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

tubarão lixa

Resultado de imagemTubarão-enfermeiro, chamado ainda de tubarão-lixa ou de lambaru, é uma espécie de tubarão da família Ginglymostomatidae, ordem Orectolobiformes. Pode medir até 4 m de comprimento. 

porco do mar

Resultado de imagem para porco do marEle vive na escuridão do mar, em locais inacessíveis aos olhos humanos. Este bicho que mais parece um Et vive comendo os restos que encontra pelo chão, lá no fundo, onde a luz nunca chega. O porco do mar (scotoplanes) é membro da família dos pepinos do mar, e sua principal característica são essas pernas esquisitas que ele usa para se mover. Olhando rápido parece mais um saco d´água com estranhos pseudopés também feitos de água. E simplificando nossa visão, é mais ou menos isso mesmo que este bicho é.

Ele já foi encontrado por sondas de pesquisas oceanográficas nos oceanos Atlântico, Pacífico e também no Índico. É possível que o scotoplanes esteja espalhado por todo o planeta, revirando o fundo em busca de comida desde os tempos dos dinossauros. Ele começa a aparecer em profundidades superiores a 1000 metros. Existem espécies de porco do mar que já foram identificadas no Ártico, vagando sob o gelo.
O interessante é que ele basicamente apenas infla essas protuberâncias ocas com água e com isso faz com que funcionem como pernas. O que o bichinho realmente gosta é de achar um cadáver de baleia. Quando isso acontece ele faz as festa e rapidamente se multiplica. De fato, já foram registrados grandes números deste bicho. Na ordem dos milhares, todos agrupados numa massa que lembra uma gelatina gigante viva.
Suas formas corporais lembram muito as do ácaro (um microscópico aracnídeo que neste exato momento está andando em algum lugar do seu cabelo, ou pior, dentro do seu pulmão!). Embora sejam vagamente parecidos em suas formas, o ácaro e o porco do mar não tem ABSOLUTAMENTE nada em comum, sendo criaturas completamente diferentes.
Se você acha que este estranho animal não é esquisito o suficiente para ser canditado ao cargo de “Et do planeta Terra”, dá uma olhada neste porco do mar aqui. Parece ter saído de um episódio de Star Trek!